quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Falha grave no Bluetooth coloca bilhões de dispositivos em risco

Se você tem qualquer dispositivo Bluetooth, seja ele um celular, tablet, notebook, TV ou qualquer outro aparelho, é importante atualizá-lo o mais rápido possível. Uma grave falha no sistema de transmissão pelo ar dessa tecnologia tem colocado bilhões de máquinas em risco ao redor do mundo.

Não são milhões, mas bilhões, mesmo. A falha foi descoberta pela empresa de segurança Armis, baseada nos EUA, e ganhou o nome de "Blueborne". Segundo os pesquisadores que revelaram a brecha, mais de 5,3 bilhões de dispositivos estão em perigo, incluindo aparelhos com Windows, Linux, iOS e Android.

Um hacker mal intencionado que quiser explorar o Blueborne pode ganhar acesso total e remoto ao celular ou PC da vítima em questão de segundos, muitas vezes sem que o usuário perceba. O problema está no BNEP, um protocolo que permite o compartilhamento de internet por meio do Bluetooth (também conhecido como tethering).

"Por conta de uma falha no BNEP, um hacker pode aplicar uma corrupção cirúrgica de memória, o que é fácil de explorar, e dá a ele o poder de ativar códigos no dispositivo, efetivamente garantindo a ele controle completo", afirmou a Armis. Com base nisso, o criminoso pode redirecionar todos os dados da vítima para outra máquina, permitindo uma espécie de "clonagem" das informações. Tudo sem sequer exigir pareamento.

Naturalmente, antes de divulgar a existência do Blueborne, a Armis explicou os detalhes da falha para a maioria das grandes empresas de software do mercado. Isso significa que a Microsoft já corrigiu o problema no Windows e a Apple já atualizou o iOS. O Google deve liberar uma correção para o Android ainda nesta quarta-feira, 13.

Ou seja, a solução é manter seus dispositivos Bluetooth atualizados e evitar celulares, tablets ou PCs muito antigos que não têm mais suporte para atualizações.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/falha-grave-no-bluetooth-coloca-bilhoes-de-dispositivos-em-risco/71030

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Bancos de Dados Existentes

  • Oracle
    Suergiu nos anos 70 por Larry Ellison.

  • SQLServer
    Criado em 1988, foi desenvolvido pela Microsoft.

  • PostgreSQL
    Desenvolvido como projeto de código aberto.

  • MySQL
    Utiliza a linguagem SQL. É atualmente o mais popular.

  • Firebird
    Roda em Linux, Windows, Mac OS. A versao atual é a 3.0, lançada em 19/04/2016.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Toyota lança carro com Linux

A Toyota anunciou o lançamento de seu novo sistema de "infoentretenimento 2018" para o Camry, um luxuoso sedã da marca que é muito popular nos EUA, ele agora contará com o Kernel Linux como base através do projeto AGL, que nós já comentamos aqui.

Apesar do sistema ser novo, a função dele permanecesse a mesma do antigo, mostrar as informações que são pertinentes ao carro para o motorista, como as funções de telefone e multimídia, navegação e até mesmo outros aplicativos. A central baseada em Linux poupará a Toyota de construir um sistema base do zero, fazendo com que mais tempo esteja disponível para criar personalizações para ela e entregar para os consumidores uma experiência única. Seria algo parecido com o que acontece com o Android atualmente com os vários fabricantes de dispositivos móveis, cada um partindo de uma mesma base, mas criando experiências diferentes para os consumidores através de customizações.

O Toyota Camry custa mais de 200 mil reais aqui no Brasil.

Fonte: Diolinux

terça-feira, 9 de maio de 2017

Backup e restauração do Joomla com Akeeba Backup

Na época da gravação desta vídeo-aula a versão do Joomla era a 1.7 mas pode ser adaptada as versões posteriores sem nenhum problema.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Software livre: um caminho mais curto

Boston - EUA - Um dos grandes desafios que envolvem o mundo do software livre tem a ver com uma dicotomia: por um lado, os custos sempre foram mais baixos (ainda que não se possa confundir software livre com software gratuito), de outro, sempre foi necessária uma mão-de-obra qualificada (e até tempos atrás) de mais difícil localização. A questão da mão-de-obra teve significativa melhora nos últimos anos, mesmo no Brasil - onde o número de profissionais capacitados para trabalhar com Linux vem crescendo constantemente. Agora, o próprio trabalho de desenvolvimento em Linux ganhou um impulso novo, com ferramentas que prometem simplificar o processo de criação de aplicações.

Um mundo diferente, com algumas semelhanças

No universo do software livre, a Red Hat talvez seja uma das únicas empresas a atuar como uma corporação, digamos, mais tradicional. E, nesse sentido, o Red Hat Summit - encontro anual da companhia, realizado em Boston, nos Estados Unidos - se assemelha a outras reuniões de grandes empresas de tecnologia norte-americanas. Durante 3 dias, cerca de 6 mil participantes se espalham pela dependências do Centro de Convenções da cidade. Entre Keynotes (sessões plenárias) e dezenas de salas dedicadas a treinamentos ou oficinas, os participantes exploram uma nova leva de ferramentas que, segundo a empresa, devem trazer mais velocidade e agilidade ao desenvolvimento de aplicações a partir de código livre.

O principal destaque é a plataforma Shift.io, lançada no primeiro dia do evento. Trata-se de um ambiente em que os desenvolvedores podem criar, modificar e até testar suas aplicações antes de levá-las à produção. A ferramenta é bastante flexível e facilita a integração de diferentes API's de modo praticamente instantâneo, agilizando significativamente o desenvolvimento, por diminuir a necessidade de reescrita de código. Para completar - e talvez aí esteja uma nota decisiva - todos os recursos da plataforma são gratuitos. Ou seja, você pode criar seu código, testar sua funcionalidade e não precisará desembolsar nada por isso.

Continue lendo: https://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/software-livre-um-caminho-mais-curto/68004

terça-feira, 18 de abril de 2017

Usuários de Linux agora podem assistir Netflix em qualquer navegador

Demorou anos, mas finalmente aconteceu! Nesta terça-feira (22), a Netflix anunciou que agora é 100% compatível com o Linux e seus usuários podem curtir séries e filmes independente do navegador que escolham na plataforma.

O serviço de vídeos sempre teve dificuldades de lidar com o sistema operacional livre e fornecer conteúdo multimídia criptografado para seus usuários, um problema que começou a ser resolvido em 2014 com o Google Chrome.

Naquela época, o navegador do Google passou a oferecer suporte não-oficial à decodificação de dados para exibir filmes e séries para os fãs do pinguim. Mesmo assim, havia um tremendo inconveniente: os usuários tinham de se certificar de estar utilizando uma versão específica do navegador antes de usufruir da Netflix.

terça-feira, 7 de março de 2017

Como corrigir erros de acentuação em códigos HTML, PHP ou JavaScript

A forma mais correta e atual é avisar ao navegador qual a codificação que o arquivo utiliza, para isso basta apenas inserir a tag "<meta charset="utf-8">" entre as tags <head>. 

Assim como no exemplo a seguir: 

<head>
<meta charset="utf-8">
</head>

Se estiver trabalhando em um código PHP, lembre-se que sua saída (echo) será em HTML, sendo necessário adicionar ao código as tags mencionadas no exemplo antes do conteúdo (<body>) para que não ocorram erros de acentuação. 

Caso esteja usando o Gedit e preferir um método mais gambiarra tem esse:

Obs.: o método mais gambiarra também funcionará, porém não é o mais recomendado. 

Agradecimento a Fábio Berbert de Paula, pelo comentário no método gambiarra mencionado acima o que gerou a publicação desta dica mais atual, mais eficiente e melhor. 

Fonte: https://www.vivaolinux.com.br/dica/Como-corrigir-erros-de-acentuacao-em-codigos-HTML-PHP-ou-JavaScript